f



















TURISMO

Quem vier a Pelotas não pode perder a oportunidade de conhecer o importante patrimônio histórico ainda preservado, principalmente grandes casarões que no passado abrigaram o que poderia ser considerado a elite cultural do Estado.

Esses casarões são encontrados tanto na área urbana quanto nas margens do Arroio Pelotas, onde se concentravam as charqueadas que por dezenas de anos sustentaram no século passado a economia gaúcha.

Pesquisas realizadas na cidade mostram que, na costa desse arroio, chegaram a existir 23 charqueadas. E boa parte dos prédios das antigas charqueadas ainda está preservada.

Sugere-se uma visita à Charqueada dos Mazza, que originalmente pertenceu a José Pinto Martins, um cearense que se estabeleceu em Pelotas e a quem se atribui o início do processamento do charque no município. A seis quilômetros do centro da cidade, no caminho do Laranjal, essa charqueada é local de visita obrigatória.
Na Charqueada São João preservam-se móveis e os apetrechos utilizados na época.

Um tour pela cidade vai ainda desvendar imponentes casarões em diversos estilos. São mais de 100, dos quais pelo menos 90 contam com estudos completos sobre sua história. Os mais antigos foram construídos por volta de 1810.

Uma boa amostra desse patrimônio pode ser vista na Praça Coronel Pedro Osório, onde está a Prefeitura, a Biblioteca Pública, o Teatro 7 de Abril - o primeiro do Estado e o mais antigo em funcionamento no país -, a Secretaria da Fazenda, o Grande Hotel e, entre outros, um conjunto neoclássico formado por três prédios. Esse é um dos maiores conjuntos neoclássicos da América Latina.

Sugere-se ainda visitas ao Centro Social Português e à Casa de Cultura. Quem quiser conhecer um balneário fluvial, nas margens da Lagoa dos Patos, deve fazer uma visita ao Laranjal, um distrito de Pelotas, com 12 mil habitantes fixos.


 


;